No Livro dos Gênesis, diz que por ocasião da criação do mundo, Deus fez o céu e a terra, com tudo que é de bom, inclusive criou para deleite do homem, o Jardim do Éden, um verdadeiro paraíso, onde jorrava leite e mel, porém, como a insatisfação sempre foi aliada do homem, ele bastante aborrecido reclamou ao Criador que tudo estava ótimo no paraíso, contudo, somente ele não tinha uma companheira e que todos os bichos foram formados em casais. Deus, em sua infinita bondade, atendeu de pronto o pedido do homem e, deu-lhe como presente uma bela companhia, fez surgir à mulher. Como as coisas divinas têm sempre um sentido magnânimo, o surgimento da mulher no cenário do mundo mudou completamente o destino dos mortais, devido que esta figura marcante transformou e alterou o ambiente, provocando uma mudança de hábitos e fazendo a monotonia do velho Adão desaparecer de vez de seu cotidiano. O presente de Deus foi à felicidade total de todos nós, pois foi daí que surgiu a matriz da vida, que é a mãe, pessoa imprescindível na criação e formação de qualquer ser humano, não existe figura mais presente na vida do que ela, pois desde a formação no ventre materno de um ser até a morte, a mãe está ali presente, como ficou aos pés da cruz, quando do falecimento de seu filho, o Cristo. Muitos poetas em versos e prosas já cantaram as proezas de uma mãe, tanto é verdade que existe uma infinidade de refrões exaltando essa divina figura, um deles é muito lindo e diz: “ser mãe é sofre no paraíso”, não precisamos procurar outras denominações só esta já basta para demonstrar como o amor de mãe transcende a qualquer fronteira e não existe nenhum tipo de obstáculo que possa desanimá-la, em se tratando de seu filho nada a detém. Basta ligar os noticiários para vermos todo santo dia, notícias de rebeliões em presídios e lá estão angustiadas do lado de fora dos portões às mães aflitas querendo saber como estão os seus “filhinhos”, chorando e se descabelando preocupadas com o destino deles. Vemos também constantemente nos corredores dos hospitais, nas cabeceiras das camas, as mães suplicantes velando pelos seus filhos, sem sentir nenhum tipo de cansaço ou se esforçam para não demonstrar, mas não arredam o pé do lugar. Em qualquer culto religioso, os templos estão sempre cheios, sendo que a maioria das pessoas presentes são mulheres e, quase todas são mães que rezam e pedem ao senhor Deus piedade e proteção para os seus filhos, são incansáveis e, a felicidade delas é ver o filho feliz. Interessante que, com raríssimas exceções, as mães são figuras quase que invisíveis, não aparecem, estão na retaguarda, mas são sempre presentes e, jamais abandonam a sua cria. É como cantava o saudoso Francisco Alves; “mamãe você é a rainha do lar é a mais doce criatura que um dia o poeta escreveu…” Parabéns às mães, independentemente de raça, cor, religião, posição social, uma vez que todas sem exceção têm algo em comum, o amor infinito pelos filhos. Finalizando, mãããaãe nós te amamos muito.