Este assunto está parecendo brincadeira, uma vez que volta e meia estamos nós aqui martelando a mesma tecla e, tendo que demonstrar a todo o momento em destaque a nossa insatisfação com os resultados. Com relação aos panfletos, parece-nos que está a caminho uma possível solução, pois segundo informações da imprensa, a Câmara Municipal, está analisando projeto sobre o assunto. Deus queira que saia alguma coisa boa, pois soluções para o problema existem mil, basta querer aplicá-los, para isso é preciso ignorar interesses outros. A nossa sugestão era de que há facilidade de se identificar os infratores, portanto, seriam eles responsáveis pela limpeza posterior, existem outras soluções, porém, vamos aguardar o desfecho final do referido projeto e, que não demore muito. Outro problema crucial são as calçadas desniveladas, sabemos ser difícil arrumá-las, considerando o número infindáveis delas, porém, seria interessante uma programação a longo prazo para consertá-las. Até aí tudo bem, mas o que nos aborrece é que as novas calçadas que estão sendo feitas continuam tendo aprovação irregular. Assim, jamais teremos solução para tão grave questão. Propositadamente deixei para comentar no fim sobre o incomodo maior, pois creio ser ele no momento o que está pegando mais na paciência das pessoas. Haja vista que o fato excedeu aos limites toleráveis de cada um de nós. Todos já sabem que estamos falando sobre o som incontrolável e que tem trazido sérios aborrecimentos para a maioria das pessoas. Recentemente tivemos no último final de semana a realização do famoso Carnavotu, é certo que já foi comentado que houve, por caso do evento, uma injeção de alguns milhões de reais no comércio local. Pelo visto todos contentes, ficando obviamente em segundo plano a tranqüilidade da população, pois o som fez com que a cidade inteira direta e indiretamente participasse da festa. Mas, como o importante foi lucro, o resto então que se dane. Em extensão aos demais tipos de som, estamos a um pequeno passo de uma decisão que está a critério da Prefeitura Municipal sobre a possível cassação de alvará de licença de funcionamento de um estabelecimento comercial localizado na rua Pernambuco. O referido estabelecimento explora o comércio de vendas de bebidas e outros, cuja população maior de freqüência é de estudantes, uma vez que se localiza nas proximidades de escola de nível superior. Ocorre que além do consumo de bebidas, há também a instalação de som em volume intolerável, com prejuízos a toda vizinhança, uma vez que o seu funcionamento ultrapassa as 22:00 horas. Por outro lado, é de todo conveniente que nas adjacências de escolas e centros universitários não haja a existência de comércio desse tipo, evitando-se com isso a facilitação de desvio de finalidade por parte dos estudantes. E, nesta defesa queremos enaltecer os predicados do vereador Meidão, que há mais de um ano encabeçou essa luta, movimentando através de uma Indicação todos os poderes constituídos. Finalizando, esperamos que o Poder Executivo, através da Comissão Jurídica instituída para definir o assunto, não decepcione e faça justiça em prol da comunidade. É o que esperamos.