Aborto

O assunto é antigo, polêmico e muito desagradável de se conversar. Portanto, é muito louvável a iniciativa da Câmara Municipal local, liderada pelo seu presidente, em colocar tão delicado assunto para discussão popular. Considerando que o Criador nos disponibilizou a condição do livre arbítrio, há, portanto, as mais variadas posições sobre todos os assuntos, principalmente este. Isto posto, às vezes essa liberdade de posicionamento e também de expressão nos direciona para posturas radicais e sem compromisso com a coletividade. Aliás, é de praxe da maioria absoluta das pessoas se posicionar sempre nos extremos, isto é, radicaliza-se os pontos de vista, sem se ter a preocupação de mediar a questão. Principalmente quando não se está propriamente envolvido,  apenas só pelo fato de  colocar sua opinião, indiferentemente se vai ou não resolver ou contribuir para solução do problema. Todas essas participações se fazem presentes quase sempre nas oportunidades que não envolvam decisões extremas, ou seja, a vida de uma pessoa. É, pois, praticamente inadmissível quando há o envolvimento de uma vida, por simples conveniência, deixar falar mais alto o livre arbítrio, como se aquela vida não significasse nada, fosse apenas um simples incomodo. E, o pior de tudo é que aquela vida germinou ali naquele útero num processo natural da natureza humana. É, na verdade o maior milagre de Deus, que o dá de presente para o bem da humanidade. Portanto, a sua simples exclusão cirúrgica ou não, é crime e principalmente é a maior afronta que o homem pratica contra o Criador. Existem milhões de concepções indesejadas, e é óbvio que cada um enxerga o problema de diferentes prismas, no entanto, o objetivo sempre será o mesmo, ou seja, a eliminação de uma vida. Quantos e quantos de nós no decorrer dessa existência já ouvimos as expressões, comumente usadas por ocasião dos supostos descuidos havidos no relacionamento canal, tais como: “tomamos todo o cuidado, mas…”, “usamos os contraceptivos e, não sabemos como aconteceu”. Enfim, é um verdadeiro desfile de desculpas esfarrapadas que fatalmente acabará na simplicidade da provocação da eliminação de uma vida, através do aborto. Isto acontece aos montes, porém, ainda na clandestinidade, já imaginaram se for um procedimento legal. E, relembrando velhas colocações sobre o assunto nos torna imprescindíveis citá-las uma vez mais, haja vista, que elas sempre nos ajudam a realçar o repúdio que devemos disponibilizar com relação ao aborto. Assim sendo, citaremos uma frase importante, com várias mudanças de personagens as quais destacam bem o ganho que a humanidade teve ao escolher a vida ao invés da morte, como segue: “Já pensaram se a mãe de Albert Einstein tivesse abortado”, “Se a mãe de Madre Tereza de Calcutá também o tivesse”, “E, se a do Chico Xavier”, “A do Papa João Paulo II”, “E, se Dª. Celeste, mãezinha do Rei Pelé, tivesse fraquejado” e, vai por aí fora é só ficar lembrando. Por fim, pense bem, e, se sua mãe tivesse feito isso com você! Portanto, vamos procurar esse “abaixo assinado”, dizendo não aos legisladores, que somos radicalmente contra o aborto e, por outro lado, somos a favor da vida.

Que os anjos digam amém.