Durante todos esses anos estive observando como que às vezes fazemos papéis diferentes daqueles os quais realmente estamos vivendo. Considerando que o relacionamento entre as pessoas sempre foi algo difícil de administrar, tendo em vista as diferenças individuais de cada um. Um outro fator que pesa muito na balança é o sentimento do egoísmo que extravasa todos os controles possíveis e imagináveis. Tanto é verdade que já nascemos com essa sementinha, para uns torna-se naturalmente uma grande árvore, ou seja, faz parte integral de quase todas suas atitudes. Para constatar tal realidade, basta observar o comportamento de uma criança recém nascida, quando não está chorando por um incomodo qualquer, inconscientemente chora para chamar toda a atenção só para si. Dentro deste contexto, existe uma divisão no universo de pessoas, aquelas preferencialmente egoístas e, em contra partida, existem aquelas resignadas, adaptadas a servidão. E, veladamente, todas essas pessoas, sem exceção, são cobertas pelo manto da hipocrisia, com alegação de que é o destino ser assim. De minha parte acho esse conceito uma tremenda besteira, pois, acredito que as pessoas têm seus estilos próprios, todavia, eles precisam ser amoldados, em respeito às pessoas que obrigatoriamente as cercam no decorrer da vida. Ocasionalmente, todos são afetados pela irracionalidade, no entanto, embora seja difícil manter o controle, é, necessário envidar todos os esforços possíveis para não ofender o semelhante. Caso ocorra, o que fatalmente ocorrerá, posteriormente, numa atitude humilde o que resta é se desculpar, aliás, é o mínimo que se espera. Ultimamente têm-se presenciado um crescimento assustador de pessoas mal humoradas, sem educação, apressadas, egoístas e, demais predicados que se possam imaginar. E, o que mais tem nos incucado sobre o tema é que esses sintomas derivam de vários seguimentos, destaque principal para a falta de respeito uns com os outros. Pensando bem, seria de todo conveniente que se praticasse como regra a conduta da empatia, ou seja, sentir o que sentiria caso se estivesse na situação e circunstâncias experimentadas por outra pessoa. Se, toda às vezes assim se agisse, com certeza, a vida também seria bem diferente, obviamente, para melhor. Somente para ilustrar, numa discussão caseira, alguém observou o seguinte: “Por que será que as mães sempre comem, quando tem, nas refeições o pescoço e os pés dos frangos, partes essas consideradas sucatas dos galináceos. Isto ocorre, tendo em vista que todos da casa já definiram suas preferências, uns gostam do peito, outros das coxas e demais partes nobres, restando para a mãe o que?” Inclusive, existem muitas mães que afirmam ser a parte que mais gostam. Será, que elas gostam mesmo daquelas partes! A gente, alguma vez se perguntou isso! É, como dizem os franceses: “c’est la vie”, que quer dizer: É a vida.