Acabou a Copa, graças a Deus, a Itália foi campeã, cada um voltou para seu canto, vamos aguardar África 2010, até lá o mundo continuará girando e as coisas acontecendo. Mas, o torneio nos apresentou algumas situações que podemos analisar como boas ou ruins e, serviram de exemplo para todo o mundo, aja vista que o globo terrestre inteirinho viu o evento. Para mim, ficou uma grande certeza, gravada na postura de um atleta, que reforçou a tese de que o ser humano é de um comportamento totalmente imprevisível. Estamos falando de Zinedine Zidane, jogador badalado por todos, tendo anunciado o encerramento da sua carreira para o fim da Copa. Seria, com certeza, coroado o jogador melhor da competição, inclusive com a concordância mundial. Teria, pelo visto, uma aposentadoria freneticamente festiva, quase igual ao do astro maior, o Pelé, pois sairia por cima, como um verdadeiro “deus”. E, de repente, sem nenhum motivo plausível, mesmo se tivesse, num ato totalmente animal, agride um colega de profissão aos olhos do mundo todo. Caiu, a máscara, nos decepcionou a todos nós, a Copa que já estava sem graça, num piscar de olhos, ficou mais sem graça ainda. Daí, ficamos imaginando como pode uma pessoa, com tudo aos seus pés, chutar o balde, e mandar tudo pelos ares. Cada um pense o que quiser. Inobstante, o fato lamentável, a senhora dona do futebol mundial, a FIFA, confirmou o titulo de melhor jogador da COPA, ao senhor Zidane, mas temos certeza que não é mais unanimidade mundial, pois o brilho de seu troféu, ficou totalmente embaçado, obscuro, solitário e, principalmente sem moral valor nenhum.. Infelizmente, fica claro, que o ser humano é isso mesmo, sujeito a chuvas e trovoadas e, que em determinadas situações, pode estampar a sua fragilidade e tomando atitudes extremamente imprevisíveis. Oxalá, assim não fosse.