Nos gibis, revistas ilustradas de várias décadas atrás, onde haviam para deleite da garotada todas as aventuras dos super-heróis. Tais como: Batman, Zorro, Super-Man, Capitão Márvel, Capitão Atlas, Tarzan e todos os cowbois. Todos eles, sem exceção, tinham suas companheiras, porém, a que mais se destacou foi, com certeza, a Mulher Maravilha, companheira inseparável do Super-Man. Tendo tudo isso como comparativo, nota-se claramente o destaque da mulher dentro de qualquer manifestação masculina. Daí lembrei-me da história da humanidade vista a olhos bíblicos, mais literalmente através do livro dos Gênesis, onde Deus na sua infinita bondade, concede através de Adão, a criação de uma companheira, na qual colocou o nome de Eva. A missão mais nobre que Deus definiu para a mulher foi a de conceber filhos para formação da humanidade até os dias de hoje. O papel destinado à mulher foi o mais divino possível dentre todos os papéis, haja vista, que lhe foi permitido ser a matriz da vida, onde se desponta sua importância vital no contexto criação. Deus, confiante ainda mais na sua decisão com relação à mulher, mostrando mais uma vez a sua importância, designou-a para conceber para toda a humanidade o seu filho Jesus. Escolheu uma jovenzinha humilde, despreparada e numa situação crítica de virgindade para ser o modelo de mãe para todo o mundo. Afora todos esses exemplos maravilhosos, vamos nos ater as nossas queridas mães, cujo destaque fica a critério da cada filho, considerando a grandeza delas em nossas vidas. E, por falar nisso, outro dia lendo uma revista, deparei com um comentário de um médico, cujo destaque era exatamente o papel da mulher na sociedade, onde ele suspirou rendido pelas evidências da grandeza dessas operárias incansáveis e, disse: “Dificilmente o homem teria condições de realizar todas as tarefas designadas às mulheres, ou seja, dona de casa, além daquelas que precisam dispor parte de seu tempo aos trabalhos externos, para ajudar no orçamento doméstico. Porém, o destaque maior ainda coube a mulher no seu papel de maternidade, finalizou o médico”. Por outro lado, é fácil de perceber a importância da mãe, basta observar a natureza. A galinha acolhe todos os seus pintainhos debaixo de suas asas, quentinhas e acolhedoras, na intenção única de protegê-los. Enquanto, o galo, onde está? Deve, com certeza, estar cantando em outro terreiro! E, se formos enumerar todos os animais, verificaremos que o comportamento das mães é exatamente igual, com relação aos seus filhotes. No decorrer da vida, não percebemos a presença constante e protetiva da mãe, ignoramos muitas vezes e, por certo, sem querer ou propositadamente a ofendemos. Todavia, elas apenas absolvem na grandeza de seu coração todo descaso praticado pelo filho, alegando enganosamente outros motivos para tal comportamento. E, para uma mãe o filho sempre será filho, mesmo que ele seja um bandido. E, é aí nestas circunstâncias que ela o ama mais ainda, pois sente que ele está precisando muito mais dela. Portanto, salve todas as mães, as presentes, as esquecidas e também as falecidas, uma vez que indistintamente todas elas são ou foram Mulheres Maravilhas, em todos os dias do ano. Amém.