Mais ação e menos falação

Mais ação e menos falação, eis a questão! Realmente, em todos setores da vida, no trabalho, em casa, nas escolas, nas rodinhas sociais, nas igrejas de modo geral e, principalmente entre os políticos, os quais com certeza foram os inventores dessa atitude enganosa, recebemos diariamente um enxovalhar de regras, advertências, disciplinamento, todo mundo quer dar seu palpite, sua opinião, mas agarrar na “alça do caixão” são poucos na verdade. Todo santo dia, vê e lê em quase todos os meios de comunicação, e para um exemplo bem simples e bem local, citamos o crucial problema das queimadas de canaviais, onde a cidade está sofrendo terrivelmente e,  quem pode fazer nada faz, só fica na conversa mole do faz de conta. Um dia você lê e vê no jornal e na TV a seguinte manchete, “governo proíbe queimada de cana-de- açúcar” , ficamos todos contentes, mas… No dia seguinte outra manchete “governo desproibe a queima de canaviais, pode queimar a vontade, está liberado”, aí ficamos todos tristinhos novamente e, ninguém entende mais nada. Amigos, já imaginaram os prejuízos que a cidade está tendo com esse problema, e também os munícipes, com o consumo excessivo de água, para lavar toda essa sujeira, além dos dissabores das donas de casa, o aumento no consumo de água é despesa a mais no fim do mês, com a conta mais elevada, isto não tenham a menor dúvida. Quem paga tudo isso, obviamente o pobre do consumidor, como sempre. E, as autoridades como ficam diante deste quadro, e os políticos defensores do povo, onde estão? Por falar em políticos, gostei muito do que vi na praça central  no sábado passado de manhã, dia 26/08/06, um movimento organizado, colhendo assinaturas contra as queimadas e, lá estava um representante da Câmara Municipal, colocando a mão na massa, ou seja participando ativamente do movimento. É isso aí, temos que participar mais e falar menos, com isso todos ganharemos.