Família, o elo forte da sociedade

Aproveitando a carona das festividades e homenagens que estão sendo prestadas a “Semana Nacional da Família”, não poderia me furtar desta oportunidade para colocar alguns pontos interessantes sobre o tema. A princípio, sem exceção, sabemos todos que Deus na sua infinita sabedoria e bondade, criou o homem e a mulher para constituírem uma família. E, para realçar a importância do ato Ele fez o seu filho unigênito nascer em uma família, coroando assim a realeza de um lar. Com isso o Criador quis definir que a família é o pilar principal da humanidade e, que naturalmente sem ela há uma decadência natural da sociedade. É certo que quando o elo da corrente se rompe, a família se esfacela e, as conseqüências são funestas para toda a sociedade. Sem família os homens se tornam reféns das maldades mundanas, tais como: os vícios, a solidão, o abandono, o desamor, o desencanto, a tristeza, o descaminho, a falsidade, a vingança, a traição, as doenças, etc. Inobstante tudo isso, a luta diária para conservação de uma família livre de todos os descaminhos existentes é como se tivesse que matar um leão por dia para subsistir, pois a investida do mal é permanente. Igualmente, é fato também que desde o principio os perigos rondam os lares, basta olhar ao redor e, facilmente se constata um mundaréu de coisas fáceis e fúteis a disposição de todos os gostos, possíveis e imagináveis. Devido às facilidades existentes, infelizmente, não existe na atualidade nenhum obstáculo para limitar o vôo rasante dos jovens em busca de aventuras. Com isso as dificuldades para se promover uma formação exemplar aos jovens ficam cada vez mais distantes e, a família acaba ficando enferma. E, para piorar basta apenas acionar o botão da televisão e a enxurrada de maus exemplos contidas nas novelas e nos filmes é a tônica de qualquer programação, independente de horário. Lá vamos ver sem nenhum tipo de pudor que todos os casais que participam do drama já trocaram de par, mostrando de maneira agressiva e fútil que a família simplesmente não existe. E, o que é pior, numa leviandade absurda quer mostrar que os casais gays são mais felizes que os casais normais. O quadro é negro contra a família e, a luta contra estas promiscuidades é literalmente desigual, haja vista que os modelos de vidas apresentados são muito mais prazerosos que a realidade do cotidiano. Daí, as promessas de companheirismo e lealdade entre os casais na união conjugal balança e oscila diante de tantas tentações disponíveis. No entanto, nada pode ser comparada no mundo que valha mais que uma família estruturada, um verdadeiro lar, onde o amor floresce naturalmente e, seus membros são pessoas do bem, fiéis, amorosas e se respeitam mutuamente, acima de tudo de graça. Raramente, numa entrevista a hóspedes de asilos, de presídios, casa de recuperação, de moradores debaixo de pontes, de prostituição e de toda sorte de infortúnios, vai-se encontrar pessoas oriundas de famílias estruturadas de lares felizes, a maioria não o é. Independente de tantas agruras, tantos obstáculos, tantas concorrências desleais (luxúrias), a família está aí para o que der e vier. E, de tudo isso o que nos tranqüiliza e reconforta muito é saber que a família é uma obra singular e exclusiva de Deus, portanto, não precisamos de proteção melhor que esta. Afinal de contas, se Deus está conosco, quem poderá nos vencer? Viva a família brasileira e, sem egoísmo, viva também as famílias do mundo inteiro. Amém.