Na constituição do paraíso, Deus criou o homem e a mulher, para constituírem uma família, daí sabemos nós que Ele enviou o seu próprio filho e, para solidificar a importância de uma família fê-Lo nascer em uma delas. Com isso, o Criador quis nos mostrar que a família é o esteio da humanidade e, sem ela há, com certeza, um fraquejamento natural da sociedade. Os elos da corrente se rompem e os homens se tornam refém de si próprios, ficando frágeis a mercê de todas as maldades, tais como, os vícios, a solidão, o abandono, o desamor, o desencanto, a tristeza, o descaminho, a falsidade, a traição, as doenças, etc. Não obstante tudo isso, vivemos em uma luta constante contra tudo e contra todos para manter uma família parcialmente incólume das investidas do mal. Desde que o mundo é mundo existem perigos rondando a periferia do lar, basta abrir os olhos e o panorama de coisas fáceis e fúteis estão à disposição de todos nós. Hoje em dia não existe mais nenhuma barreira para limitar a formação sadia dos jovens, é só ligar o botão da televisão e teremos milhões de exemplos maléficos que vão, com certeza, ajudar no enfraquecimento da família. Como exemplo, nesta novela da Globo, “Paraíso Tropical”, sem exceção, todos os casais que participam da novela já traíram seus cônjuges e já trocaram de par, mostrando de maneira mesquinha que a família não existe e, além do mais mostram que os casais gays são mais felizes que os casais normais. Vejam só como a luta para manutenção da família é terrivelmente desigual, pois os exemplos apresentados são na verdade mais prazerosos que a realidade da vida cotidiana, onde os dogmas “na alegria e na tristeza, na saúde e na doença”, preferencialmente a gente sempre fica com a alegria e a saúde, que são opções mais fáceis e maneiras. Todavia, é bom que se frize que independente de todas as maravilhas que possa parecer o outro lado da moeda, não tem nada neste mundo que valha mais que uma família estruturada, um verdadeiro lar, onde os seus membros são pessoas do bem, fiéis, amorosas e se respeitam mutuamente na maior satisfação possível e, acima de tudo de graça. E, demais a mais, se for entrevistar os hóspedes dos presídios, das casas de recuperação, dos asilos, das calçadas e dos abrigos debaixo das pontes, raramente irão encontrar alguma pessoa vinda de algum lar feliz, a maioria não o é. Afinal de contas Deus ama a todos nós igualmente, por isso, nos presenteou com uma família, a escolha é nossa.