Atendimento

Considerando que vivemos em sociedade, ou seja, lado a lado com outras pessoas e, em assim sendo existem mil coisas a se administrar. Primeiramente uma consideração primordial é saber que o ser humano é um elemento sujeito a altos e baixos, aliás, muito mais baixos do que altos. Tanto é verdade que você pode viver a vida inteira com uma determinada pessoa e, no final você vai sentir que realmente não a conhecia totalmente e vice-versa. Todo esse preâmbulo se faz necessário para poder justificar certos comportamentos que nos surpreende a todo o momento. Dito isso, nos deparamos com um item muito importante na convivência do dia a dia das pessoas que é o atendimento. Por conta desta necessidade diária, não há como nos livrar deste primeiro contato, haja vista que para se prevalecer a ordem é preciso inicialmente que alguém faça isso. Assim é que em todos os lugares temos que ter o atendimento, nos hospitais, nas farmácias, nos consultórios médicos, nas instituições públicas, nos bancos, nas lojas. Enfim, pode-se notar que o atendimento é com certeza absoluta a porta de entrada de quaisquer contatos. Haja vista que o atendimento segue a risca o ditado popular que diz, aliás, com muita propriedade que “a primeira impressão é sempre a que fica”. Portanto, diante disso é evidente que todos nós estamos à mercê deste primeiro contato, é ele na verdade que vai nos deixar satisfeitos ou insatisfeitos. E, embora possa parecer um absurdo, quase que na maioria das vezes ficamos aborrecidos com esse primeiro contato. Ou porque os atendentes não estão preparados ou porque não estão nem aí com os atendidos! É óbvio que indistintamente cada um nós já teve o dissabor de enfrentar situação semelhante e sabe o quão desagradável é sentir que está sendo mal atendido. Infelizmente a gente observa claramente que existem atendentes que mandam muito mais que o profissional para o qual presta serviço e, isso convenhamos é muito lamentável. O que nos deixa muito chateados é ver, principalmente, na área da saúde o descaso e a falta de informações de que carecem os doentes. Isto porque quem vai a um hospital, a uma farmácia ou a um consultório médico não o vai por livre espontânea vontade e, sim por pura necessidade, portanto, careceria de uma atenção maior. É certo que todos os obstáculos da vida sempre exigem um pouquinho mais da gente, porém, é na doença que o esforço tem que ser um pouco mais acentuado. Considerando este inconveniente, ou seja, a doença,  se faz necessário então uma atenção maior, uma vez que um bom atendimento nestas circunstâncias, dará ao atendido pelo menos um agradável sentimento de proteção e amparo. Isto porque ninguém merece ser maltratado, principalmente as horas de aflição e necessidade. Garanto que Deus não fica  nadinha  satisfeito com isso. Uma vez que não custa nada ser cortez e afável com os nossos semelhantes, principalmente se estamos sendo pagos para isso.